HOMENAGEM ÀS MÃES

Postado por ibmontesiao COMENTE AQUI 05/05/2011


Há um texto na Bíblia, no Salmo 127: 3-5, no qual gostamos de refletir nestas ocasiões. Seus dizeres, adaptados às mães, são os que se seguem:

“Herança do Senhor são os filhos;  o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão da guerreira, assim os filhos da mocidade. Feliz a mulher que enche deles a sua aljava; não será envergonhada, quando pleitear com os inimigos à porta”.

Deus, na Sua Sabedoria, colocou nas mulheres o instinto maternal, de modo que, desde  crianças, já sonham em carregarem em seu seio um filho seu. No domingo passado observávamos, durante o culto, uma garota de dois anos às voltas com o seu bebê, dando-lhe mamadeira, durante os louvores. É sabido que as mulheres em geral só se sentem realizadas através da maternidade.

Mas, dar à luz um filho, cuidar dele, educá-lo, fazer dele uma benção diante de Deus e dos homens, não é fácil. É preciso que a mãe abdique de muitos de seus direitos e regalias, para investir no filho. Sabendo desde já que a tristeza de um filho criado para o mal é pior que jamais ter um filho.

No texto em assunto, a Bíblia compara os filhos às flechas, donde nos permitiremos comparar as mães aos arcos, para observar que, para que uma flecha seja arremessada, todo o trabalho será do arco. O arco será retesado, ou seja, dobrado, forçado, até quase quebrar. Talvez alguns se quebrem. Tal procedimento deve ser visto como um grande esforço, um grande sacrifício, coisa que não acontece sem notável dificuldade. Enquanto isto, a flecha, apoiada no indicador esquerdo do arqueiro, baseada na sua parte posterior na corda que retesa o arco, descansa suavemente, sem ter que fazer coisa alguma, senão aguardar o momento em que será despedida em direção ao alvo. Despedida a flecha, cravada no alvo – na mosca – jamais vimos o arco ser celebrado. Todos dirigem sua atenção para a flecha. Também, temos visto os filhos serem celebrados, sem as mães serem sequer lembradas. Até parece que eles são filhos do acaso, e não de uma mulher que, tendo se dobrado para projetá-los, talvez nem tenham mais voltado a sua condição anterior, de “anthropos eretus”.

Mas sempre é tempo de fazer justiça. O melhor momento, é sempre o presente, porque o passado já se foi e do futuro, ninguém sabe, senão Deus. Que, no ensejo da comemoração deste DIA DAS MÃES cada filho possa, embora forte, vistoso e importante, voltar a sua mãe, fraca, decrépita e obscura, e dizer-lhe muito obrigado. Os homens celebram as flechas que chegam ao alvo, mas Deus contempla as flechas que não se esquecem de onde vieram.

por Pr. Milton de Oliveira

ATENÇÃO: Não perca o culto especial para as mães no domingo pela manhã, a partir das 9hs na IBMS.

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A Igreja Batista Monte Sião.

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